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'Oumuamua, 2018
Foto: © Fernando Pina/Cortesia Jonas Runa Studio  


‘Oumuamua de Jonas Runa 
25.01.2019 às 21h30


‘Oumuamua é o nome do primeiro objecto interestelar detectado a passar pelo
Sistema Solar - o primeiro mensageiro de um passado distante e longínquo que pode ser alcançado pela humanidade. ‘Oumuamua desafia a ordem e a regularidade das órbitas dos planetas, e do seu movimento elíptico: enquanto visitante temporário, move-se segundo trajetória altamente hiperbólica.


Momento da performance durante a reabertura a 25.01.2019  © Vasco Stocker de Vilhena, 2019    
Momento da performance 'Oumuamua durante a reabertura. 
© Vasco Stocker de Vilhena, 2019



Momento da performance 'Oumuamua durante a reabertura. 
© Vasco Stocker de Vilhena, 2019








      
         Jonas Runa a seguir à performance 'Oumuamua
         © Vasco Stocker de Vilhena, 2019




A obra apresenta-se sob a forma de performance, com fato de luz criado pelo artista em colaboração com a designer de moda Alexandra Moura. O performer é o mensageiro distante, e propõe uma viagem sonora, luminosa e performática, desdobrando-se num fluxo de improvisações e fundindo-se num discurso aberto em permanente ação. O performer trabalha a partir do interior do som, moldando-o como um escultor e desdobrando-se em noções dinâmicas de tempo - retardado, síncrono, assíncrono e acelerado - no sentido de criar novos espaços sonoros. 




Jonas Runa

Nasceu em 1981, em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.

Artista, compositor e investigador.
Tem procurado os cruzamentos interdisciplinares de diferentes áreas artísticas, sobretudo, no domínio das artes plásticas, música, dança e performance.

As suas obras foram apresentadas no Museo Guggenheim Bilbao, na 55ª e 56ª Bienal de Veneza, no 798 Art District (Pequim), no ARoS Aarhus Kunstmuseum, na Galerie Scheffel (Frankfurt), na Logos Foundation (Ghent), no Museo de Arte Contemporáneo (Santiago do Chile), no Théâtre de la Ville (Paris), no Arnold Schoenberg Hall (Haia), na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), no Centro Cultural de Belém (Lisboa), na Casa da Música (Porto) e na Culturgest (Lisboa), entre outros.


As mil e duzentas lâmpadas LED instaladas no fato são programáveis individualmente até dezasseis milhões de cores, e organizam-se segundo vinte estruturas préestabelecidas. No entanto, existe uma aleatoriedade organizada no interior de cada uma das estruturas, o que permite efeitos luminosos sempre diferentes.
Dança, música, performance e artes plásticas são assim congregadas num mensageiro enviado das profundezas do universo.








Estudou Física e Matemática no Instituto Superior Técnico, e em 2008, concluiu a licenciatura em Sonologia, no Conservatório Real de Haia - Institute of Sonology. Em 2015, concluiu na Universidade Católica Portuguesa um dos primeiros doutoramentos em música informática em Portugal, com a tese Estéticas da Música Informática: Energia Musical Irrealizada.

Em 2019 inicia o projecto de pós-doutoramento aprovado pela FCT, com o título Sound at the edge of consciousness: Electronic art music and Artistic research, sediado no CESEM-FCSH, Universidade Nova de Lisboa. Desempenhará também a função de co-investigador responsável pelo projecto TEPe – Technologically Expande Performance, sediado na Faculdade de Motricidade Humana.
www.jonasruna.com
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